El Crucifijo De Piedra
Cuando lo estaba queriendo
Cuando lo estaba sintiendo
Todito mio lo vi partir
Me juro que regresaba
Pero todo era mentira
Porque ya su alma no era de mi
En la noche silenciosa
Nos miramos
Frente a frente, sin hablar
Cuando me dijo de pronto
Que olvidira su carino
Que no me queria enganar
Fue bajo del crucifijo
De la torre de una iglesia
Cuando la luna nos albumbro
Yo lo estreche entre mis brazos
Con ganas de detenerio
Pero el orgullo me lo impidio
Ya sola frente a la iglesia
Y llorando
Ante el Cristo... fui a implorar
Al contemplar mi tristeza
El crucifijo de piedra
Tambien se puso a llorar
Quando paramos para avaliar nossa sociedade atual, tanto a local quanto a global, percebemos que muitas coisas não vão bem: violência, corrupção, pornografia, drogadição, tráfico, famílias sem nenhuma estrutura, todo tipo de desigualdade social, etc. (a lista poderia ser muito, muito maior...). Isso nos leva à seguinte sumarização: "alguma coisa em todas as culturas não está certa", ou, na pior das hipóteses, "está tudo errado em nossa Cultura local/ global"...
Em termos de movimentos, um bom exemplo é o Movimento Zeitgeist, que nada mais é do que o braço ativista do Projeto Vênus, idealizado pelo engenheiro social Jacque Fresco. O termo Zeitgeist não é novo e está dentro das postulações de Herder e Hegel.
Esepecificamente quanto ao "Projeto Vênus"/ "Movimento Zeitgeist", posso afirmar que, tirando o forte tom neomalthusiano, a ode à tecnologia como aquela que pode nos fazer acertar sempre e a nuance totalitarista; e não sei se três itens já não inviabilizam a ideia central do "movimento", eu subscreveria a argumentação deles.
Veja, abaixo, o vídeo que faz o resumo do movimento:
Para saber mais sobre o Zeitgeist, em português, clique aqui!!!
Pero el día que yo me muera
Ae que tendrás que llorar (llorar y llorar, llorar y llorar)
Dirás que no quisiste, pero vas a estar triste
Y así te vas a quedar
Con dinero o sin dinero
Yo hago siempre lo que quiero
Y mi palabra es la ley
No tengo trono ni reina
Ni nadie que me comprenda pero sigo siendo el rey
Una piedra en el camino me enseña
Que mi destino era rodar y rodar (rodar y rodar, rodar y rodar)
Después me digo un arriero que no hay que llegar el primero
Pero hay que saber llegar
Con dinero o sin dinero
Yo hago siempre lo que quiero
Y mi palabra es la ley
No tengo trono ni reina
Ni nadie que me comprenda pero sigo siendo el rey"
("El Rey", de José Alfredo Jiménez)
Alejandro Fernandez (filho de Vicente Fernandez).
Ver/ ouvir José Alfredo Jiménez cantando (original).
Ver/ ouvir Vicente Fernandez (pai de Alejandro Fernandez) cantando.
A editora da PUCRS, EDIPUCRS, lançou um livro sobre Filosofia da Natureza dentro do pensamento de Hegel. Nas "Temáticas Específicas sobre Natureza", página 134, há um capítulo escrito por mim... Confiram!!!
- “Navegar é preciso, viver não é preciso”.
De acordo com o historiador Plutarco, esta foi a lendária frase proferida pelo General Pompeu aos seus marinheiros, que estavam temerosos em embarcar no navio para mais uma missão...
- Parece poder ser possível usar o Nietzsche contra ele mesmo: "Nietzsche vs Nietzsche", pois o que ele escreve, se bem analisado, é
contraditório (no mal sentido do termo).
- “Só se poderia negar a validez à demonstração se se provasse, com absoluta validez, que o homem nada pode provar com absoluta validez”
(SANTOS, Mário Ferreira dos. Filosofia Concreta. São Paulo: É Realizações, 2009, p. 61).
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Geografia, Filosofia, Educação e Ciências.
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Nome:
Donarte N. dos Santos Junior
Residente em:
Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil
Formação:
- É Licenciado em Geografia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS).
- É Especialista no Ensino de Geografia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS).
- É Mestre em Educação em Ciências e Matemática (PUCRS).
- É Mestrando em Filosofia (PUCRS).
Atuação Profissional:
- Foi Técnico em Geoproce
ssamento do L/li/liaboratório de Tratamento de Imagem e Geoprocessamento (LTIG) da PUCRS.
- É Professor da Prefeitura Municipal de Porto ALegre.
Título da primeira dissertação de mestrado: “Geografia do espaço percebido: uma educação subjetiva”, que alcançou grau máximo obtendo nota 10,0.
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