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Formação para professores da Prefeitura Municial de Porto Alegre |
"Encontro de formação reúne 2 mil professores
A segunda formação do ano promovida pela Secretaria Municipal de Educação (Smed) para professores da rede municipal teve início na tarde de hoje, 28. O evento ocorre na Sogipa (rua Barão de Cotegipe, 415, bairro São João) e conta com a presença de cerca de 2 mil participantes. A formação está organizada em quatro temáticas: Ética (história, geografia e filosofia), Estética (artes visuais, música, dança, educação física), Ciência (matemática, ciências naturais, física, biológicas e informática) e Linguagens (língua materna e língua estrangeira).
De acordo com a secretária de Educação, Cleci Jurach, das dez formações previstas para professores ao ano, sete ficam a cargo das escolas da rede e três sob responsabilidade da Smed. Por isso, mais um encontro será programado até o final do ano. “Esse é o diferencial da nossa rede. É neste momento que os professores se atualizam e trocam experiências, o que resulta no atendimento qualificado oferecido aos alunos”, ressalta.
Debates - Agora à tarde, foram realizadas duas mesas-redondas. A primeira delas, de Ética, teve como palestrantes os professores Donarte dos Santos Jr., Gervásio Neves e José Rivair Macedo. A de Linguagens contou com a presença do presidente do Banco de Livros, Waldir da Silveira, do jornalista Juremir Machado da Silva e do músico Theddy Corrêa.
Juremir Machado da Silva abriu o debate propondo aos professores a reflexão sobre a validade da introdução do conceito de meritocracia nas escolas. “É preciso questionar esse tipo de posição, contestar o mérito que não leva em conta as condições desiguais da educação”, apregoa.
Música - Conhecedor dos trabalhos realizados pela Smed, o músico Theddy Corrêa, que também participou da discussão sobre a temática de Linguagens, salientou a importância da educação e da cultura estarem juntas. “Estou feliz em poder contribuir com esse encontro, trazendo minha experiência de trabalho na linguagem musical. É muito interessante a receptividade que os professores têm com essa arte”, destaca.
O encontro prossegue à noite, entre 18h e 21h, quando ocorrem as atividades relacionadas à Estética, com os professores Joyce Pernigoti, Paola Zordan e Paulo Mauro da Silva, e à Ciência, conduzidos pelos também professores João Schimidt, Marcus Vinícius Basso e Elisa Friederich Martins."
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Por SANTOS JÚNIOR, D. N. dos - quarta-feira, outubro 28, 2009   |
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Formação para professores da Prefeitura Municipal de Porto Alegre |
Hoje, conforme matéria abaixo, terei a honra de palestrar aos professores de Geografia, Filosofia e História da Prefeitura de Porto Alegre:
"Professores participam de formação hoje
Hoje, 28, a Secretaria Municipal de Educação (Smed) promove a segunda formação do ano para professores da rede municipal. O evento é realizado na Sogipa (rua Barão de Cotegipe, 415, bairro São João), em dois turnos: das 14h às 17h e das 18h às 21h.
Organizado em quatro eixos, o encontro abrange áreas de conhecimento: Ética (história, geografia e filosofia), Estética (artes visuais, música, dança, educação física), Ciência (matemática, ciências naturais, física, biológicas e informática) e Linguagens (língua materna e língua estrangeira). A cada turno ocorrerão duas mesas-redondas, mas os professores devem se inscrever em apenas um dos quatro temas, conforme sua área de atuação, formação ou interesse.
À tarde serão realizados os encontros que tratarão de Ética, tendo como palestrantes os professores Donarte dos Santos Jr., Gervásio Neves e José Rivair Macedo, e Linguagens, que terá a presença do jornalista Juremir Machado da Silva, do músico Theddy Corrêa e do presidente do Banco do Livro, Waldir da Silveira. À noite ocorrem as atividades de Estética, com os professores Joyce Pernigoti, Paola Zordan e Paulo Mauro da Silva, além da Ciência, com os professores João Schimidt, Marcus Vinícius Basso e Elisa Friederich Martins."
Minha palestra, intitulada “O ato de escrever na formação de um sujeito cidadão ativo e comprometido” versará sobre a possibilidade de se construir uma Ética a partir da escrita. Defenderei um princípio socrático que diz que “o verdadeiro conhecimento vem de dentro” e que somente o homem que melhor se conhece a si mesmo é capaz de atitudes e compromissos frente à si próprio, à sua comunidade, ao seu planeta e ao seu futuro.
Assim, estarei na "mesa 1", que conversará com os professores da RME sobre a relação da ÉTICA (disciplinas de história, geografia, filosofia, anos iniciais) trabalhada na Escola para a construção do sujeito enquanto cidadão ativo e comprometido com a sua comunidade, sua história, seu planeta e seu futuro.
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Por SANTOS JÚNIOR, D. N. dos - quarta-feira, outubro 28, 2009   |
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Cala a boca, Schopenhauer... |
" O Centro do Universo
Se todo o indivíduo pudesse escolher entre o seu próprio aniquilamento e o do resto do mundo, não preciso dizer para que lado, na maioria dos casos, penderia a balança. Conforme essa escolha, cada um faz de si o centro do universo, refere tudo a si mesmo e considera primeiramente tudo o que acontece - por exemplo, as maiores mudanças no destino dos povos - do ponto de vista do seu interesse. Ainda que este seja muito pequeno e remoto, é nele que pensa acima de tudo. Não existe contraste maior do que aquele entre a alta e exclusiva divisão, que cada um faz dentro do seu próprio eu, e a indiferença com a qual, em geral, todos os outros consideram aquele eu, bem como o primeiro faz com o deles.
Chega a ter o seu lado cómico ver os inúmeros indivíduos que, pelo menos no aspecto prático, consideram-se exclusivamente reais e aos outros, de certo modo, como meros fantasmas.
[...] O único universo que todos realmente conhecem e do qual têm consciência é aquele que carregam consigo como sua representação e que, portanto, constitui o seu centro. É justamente por isso que cada um é em si mesmo tudo em tudo."
Arthur Schopenhauer, in "A Arte de Insultar"
Fonte: Citador
Cala essa boca, Schopenhauer... |
Por SANTOS JÚNIOR, D. N. dos - domingo, outubro 25, 2009   |
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Sabemos ou não sabemos? A razão "é" ou "não é"? |
É interessante como, ao estarmos estudando assuntos específicos, idéias diametralmente opostas nos assaltam. Ao ler e escrever sobre Hegel, descubro um pensador que acreditava na Razão. Tal como Kant, Fichte e Schelling, Hegel queria encontrar, pela Razão, manifestada num sistema metafísico, e, ao mesmo tempo, manifestada por um idealismo objetivo, a Totalidade, o Absoluto... Pensava ter encontrado a chave que serviria para abrir as portas de um mundo que não mais ofereceria mistérios ao homem, um mundo que, radiografado pela Razão, teria sido apreendido em sua dialética de desdobramento imanente.
Então, paradoxalmente, deparo-me, graças ao Colóquio: " Les Maîtres à Penser: Clássicos do Pensamento Francês" com a palestra proferida pelo Prof. Dr. Pe. Zilles que apresentou o pensamento do filósofo francês Gabriel Marcel (1889-1973). Para Marcel, há uma dupla de conceitos extremamente interessantes e que são, respectivamente, verificáveis e não verificáveis: tratam-se do problema e do mistério. A problema é verificável (e pode ser solucionado), pode o observador ir até a área de estudo, e, tal como geógrafo, empiricamente, deparar-se com o que está estudando para tirar conclusões e provar algo. Porém, o mistério, segundo Marcel, sempre será mistério... Nunca saberemos tudo acerca de uma pessoa, nunca saberemos tudo acerca de nós mesmos... Permanecerá, sempre, um mistério no mundo que nos circunda; seja o mundo objetivo, subjetivo ou intersubjetivo.
Na mesma noite, o Colóquio “ Clássicos do Pensamento Francês”, apresentou, por intermédio do Prof. Dr. JuremirMachado, o pensamento de Jean Baudrillard (1929-2007). Esse último pensador, que flerta fortemente com o niilismo, causa enjôos estomacais. Faz isso, porque mostra o quanto nós, seres humanos, somos idiotas, estúpidos, egocêntricos e mais alguns adjetivos que poderiam ser conferidos à sociedade humana atual. Chama atenção a argumentação acerca das massas e da mídia. Para Baudrillard, a mídia não deve ser culpada sozinha pela veiculação que faz. Afinal, a mídia faz como faz porque há a solicitação das próprias massas, que, por sua vez, querem o espetáculo e não a informação. Assim, a mídia finge que informa, mas dá espetáculos, enquanto as massas fingem que querem informação, mas desejam espetáculos.
Voltando ao assunto que versa sobre o poder da razão (que depois do último parágrafo, já pode até ser escrita com “r” minúsculo), somemos às colocações anteriores, os postulados da Escolade Frankfurt, principalmente os de Theodor Adorno (1903-1969) e acrescentemos, ainda, a desconstrução de Jacques Derrid (1930-2004) – autores que tenho estudado na disciplina do Prof. Dr. Ricardo Timm de Souza. Teremos, então, após isso, o enterro definitivo da razão, tal como Hegel a imaginava.
Esse tipo de argumentação pós-metafísica, pós-estruturalista e pós-racionalista, por vezes, vai ao extremo de defender que, ao invés de nunca sabermos tudo de algo, o que ocorre é que nunca saberemos nada de nada. Assim, derruba-se de vez a razão, por mínima que seja, e não sobra nada. Veja-se a passagem abaixo:
Ninguém Sabe Coisa Alguma
Porque nós não sabemos, pois não? Toda a gente sabe. O que faz as coisas acontecerem da maneira que acontecem? O que está subjacente á anarquia da sequência dos acontecimentos, às incertezas, às contrariedades, à desunião, às irregularidades chocantes que definem os assuntos humanos? Ninguém sabe, professora Roux. «Toda a gente sabe» é a invocação do lugar-comum e o inimigo da banalização da experiência, e o que se torna tão insuportável é a solenidade e a noção da autoridade que as pessoas sentem quando exprimem o lugar-comum. O que nós sabemos é que, de um modo que não tem nada de lugar-comum, ninguém sabe coisa nenhuma. Não podemos saber nada. Mesmo as coisas que sabemos, não as sabemos. Intenção? Motivo? Consequência? Significado? É espantosa a quantidade de coisas que não sabemos. E mais espantoso ainda é o que passa por saber. (Philip Roth, in "A Mancha Humana").
Incomodado que estou com o assunto, pergunto: a quem pode interessar este tipo de concepção acerca da Razão!?
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Por SANTOS JÚNIOR, D. N. dos - segunda-feira, outubro 12, 2009   |
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A Cultura da Burla |
Neste final de semana não tive tempo para ler o jornal (o que é quase imperdoável para um professor) – ocorre que estava “fechando notas”. Assim, o tão apreciado jornal de domingo nem foi tocado. Na segunda-feira, ao fazer uma breve fala, aos meus estudantes, acerca do sombrio quadro sociopolítico no qual vivemos, um deles, Daniel Machado Bruno, alertou-me para uma matéria editorial de Zero Hora: a matéria intitulada A Cultura da Burla (ZH, Editoriais, 04 out. 2009, p. 14). Segui a sugestão e li o texto. É, na verdade, um título muito apropriado para designar algumas atitudes que temos visto no Brasil (e, é claro, no mundo): a burla que, hoje em dia, virou cultura.
Num pensamento tipicamente hegeliano, podemos dizer que “as coisas convergem”. Ou seja, minha postagem anterior nada mais é do que um eco à matéria A Cultura da Burla, a sugestão do estudante, por sua vez, é perfeitamente coerente com o espírito da fala daquele dia, e, o que temos – todos nós – notado de errado em nossa sociedade, tal como num termômetro, está a nos dar a temperatura de todo um povo que, anestesiado pelas mídias de massa requintadamente elaboradas pela razão ardilosa, está perdendo a capacidade de reação, por ter o seu vigor sugado...
Uma reação se faz necessária...
Pensemos sobre... |
Por SANTOS JÚNIOR, D. N. dos - terça-feira, outubro 06, 2009   |
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O sombrio quadro atual pode ser aquilo mesmo que nos dá o algo-pelo-que-lutar! |
Por esses dias, disse aos meus estudantes: “a gente vê cada coisa em nosso país que somos levados a erguer máximas, tais como, ‘nosso país não é sério’, ‘vivemos num mundo de aparências’... Entra dia e sai dia, e nos deparamos com provas do ENEM vazadas; fatos que nos fazem perder a confiança, já há tanto enfraquecida, em processos seletivos como os dos concursos públicos e Exames Vestibulares. Ao saber de políticos corruptos (algo bastante comum hoje em dia), acabamos por pensar que a Política “já era”, alcançou seu fim, ou algo assim: “nunca será possível ‘limpar’ a Política, visto tamanho encardimento que impregna as Câmaras e Congressos"... Ao vermos doutores, pessoas altamente formadas, fazerem coisas extremamente incoerentes para com as alturas de seus títulos, jogados somos ao chão da descrença em relação à sociedade e às outras pessoas que nela atuam: em quem confiar!? A quem delegar e confiar coisas tão importantes e caras a nós mesmos, como as nossas próprias vidas e futuros!? Presidentes?! Governadores!? Senadores!? Deputados!? Prefeitos!? Juízes!? Delegados!? Policiais!? Em quem confiar em tempos em que até a própria polícia falha, embebida em corrupção e incompetência!?
Ao pobre é oferecida, há muito, uma solução, como propõe a “Madalena” de Gilberto Gil: “[...] há um recurso madalena/ entra em beco sai em beco/ há uma santa com seu nome/ entra em beco sai em beco/ vai na próxima capela/ e acende um vela/ pra não passar fome”.
Mas, eis que, em meio a minha fala, algo brilhou em meu entendimento. Vislumbrei algo dentro desse sombrio quadro atual. Vislumbrei o algo-pelo-que-lutar! Vemos nos filmes épicos, no dos mosqueteiros, por exemplo, que eles tinham um ideal, tinham algo pelo que lutar, tinham algo a defender: uma causa – e é por isso que esse tipo de filme tende a nos deixar tão agitados, e, de certa forma, ativos!
Ao jovem de hoje, por culpa da grande mídia, é roubado o espírito da construção de um ideal. Nossos estudantes tendem a achar que não há mais pelo que lutar. “ As coisas são assim desde o tempo de nossos pais”, pensam. “ Logo...”, prosseguem eles, “ ... não há o que fazer para mudar!”. Alguns, tão inebriados estão com o que a grande mídia que acabam concordando com ela, e aceitam serem coisificados. Assim, concordam em serem “clientes”, ao invés de cidadãos! Assumem serem “produtos”, eles próprios, ao invés de pessoas (Cf. Milton Santos em " Por uma outra globalização: do pensamemto único à consciência universal")!
Mas há um mundo melhor a ser construído. Se o mundo que vemos não é o que queremos, devemos, nós mesmos, e, muito mais os jovens, lutar por algo novo, um mundo melhor... Há como dizer um NÃO bem grande ao que a razão ardilosa nos propõe. A mudança ainda está em nossas mãos...
Utópico!? Piegas!? Louco!?
Não!
Heróico! Valente! Corajoso!
Jovem! O mundo nunca esteve tão ávido de pessoas coerentes, dispostas a transformá-lo! Vislumbrem isso diariamente, das páginas dos jornaism, aos noticiários de televisão; da escola, à vida real lá fora: a oportunidade para uma mudança positiva começará e partirá de você. Esteja preparado!!!!!!
Abração,
Prof. Donarte.
Charge de Edgar Vasques, que ilustra a matéria intitulada "Falta freio ético na República do Jeitinho" do SINPRO/RS, ano 14, nº 137, setembro de 2009.
É um Conselho de Ética assim que queremos!?
Pensemos sobre...
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Por SANTOS JÚNIOR, D. N. dos - segunda-feira, outubro 05, 2009   |
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Ideias que batizaram e permeiam o presente ciberespaço; pensamentos mais ou menos fixos que o autor tem:
Pompeu Magno (106-48 a.C.):
- “Navegar é preciso, viver não é preciso”.
De acordo com o historiador Plutarco, esta foi a lendária frase proferida pelo General Pompeu aos seus marinheiros, que estavam temerosos em embarcar no navio para mais uma missão...
 Mitologia
Grega...:
- A "Argo", nave dos Argonautas, construída sob a direção de Minerva, nos bosques de Dodona. O termo significa rápido.

Fernando Pessoa...:
- o seguinte poema do escritor português:
 Certa antipatia a Nietzsche e ao niilismo...:
- Parece poder ser possível usar o Nietzsche contra ele mesmo: "Nietzsche vs Nietzsche", pois o que ele escreve, se bem analisado, é
contraditório (no mal sentido do termo).
 Antítese aos céticos...:
- “Só se poderia negar a validez à demonstração se se provasse, com absoluta validez, que o homem nada pode provar com absoluta validez”
(SANTOS, Mário Ferreira dos. Filosofia Concreta. São Paulo: É Realizações, 2009, p. 61).
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O AUTOR |

Nome:
Donarte N. dos Santos Junior
Residente em:
Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil
Formação:
- É Licenciado em Geografia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS).
- É Especialista no Ensino de Geografia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS).
- É Mestre em Educação em Ciências e Matemática (PUCRS).
- É Mestrando em Filosofia (PUCRS).
Atuação Profissional:
- Foi Técnico em Geoproce
ssamento do L/li/liaboratório de Tratamento de Imagem e Geoprocessamento (LTIG) da PUCRS.
- É Professor da Prefeitura Municipal de Porto ALegre.
Título da primeira dissertação de mestrado:
“Geografia do espaço percebido: uma educação subjetiva”, que alcançou grau máximo obtendo nota 10,0.
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